Jundiaí, 14/7/1908 +Diadema-SP, 29/4/1990 – Ator e comediante. Filho dos imigrantes italianos José Maffia e Maria Paschoalino Ferrari Garcia. Desde pequeno Américo demonstrou inclinação para a arte de representar no palco, cantando, dançando e contando piadas. Por volta de 1924, já despontava como galã. Tomado por grande entusiasmo e orientado pelo maestro Deodato Pestana, pouco depois ele associava-se aos amigos Gildo Baston, Aroldo de Moraes Júnior, Bento Siqueira e Antônio Paulielo, para fundar uma companhia de operetas, a qual veio a ser chamada Taba de Pajé. Nos espetáculos que a Taba apresentava no Cine Theatro Polytheama, Américo contava piadas e cantava em italiano, ora vestido como guarda civil, ora como soldado do Exército ou como marinheiro, conforme a história contada na canção. Com a decadência do teatro, Américo começou a passar dificuldades em Jundiaí, o que o levou a mudar-se para São Paulo, em busca de novas oportunidades. Estabelecendo-se em Diadema, lá se tornou diretor da área artística do Colégio Coração de Jesus e se fez tão popular, que acabou se elegendo vereador e, depois, vice-prefeito do município.