CRUZADA DA MOCIDADE CATÓLICA

Páscoa da C.M.C. e Vicentinos no início dos anos 1940. Aparecem nesta foto, entre outros: Francisco Anholon, Aparecido, Sílvio Tomazini, Armando Dainese, D. Amaro, D. Abade, Eugênio Pupo, Rodolfo Bomeisel, Hermenegildo Martinelli, Osvaldo S. Machado, Egídio Dias, Abelard Ladeira, Antonio Cardoso, Sr. Fagundes, Joaquim Dias, Sr. Piccolo e José Augusto Pupo (Tintin).

Fundada em 1924, sob incentivo do assistente eclesiástico do Mosteiro de São Bento, D. Luiz Gonzaga Barbosa, a Cruzada da Mocidade Católica teve notória atuação na cidade durante mais de 40 anos, atraindo para o seu quadro de sócios milhares de jovens católicos, cujos anseios de participação social eram atendidos com variada gama de atividades culturais e recreativas. Seu lema era: Deus, Família, Pátria. A entidade gozou de grande prestígio até a década de 1950, quando, além de um atuante grupo de teatro, manteve uma banda de música e o jornal A Cruzada, de forte penetração e influência na comunidade católica da época. O salão onde o grupo dramático encenava suas peças também chegou a abrigar  o Cine Cruzada, com a exibição de filmes para crianças e adultos, aos domingos. Conforme ata de 23/11/1924, lavrada por Arlindo Dias, as atividades da C.M.C. tiveram início com a participação dos seguintes jovens: Umberto Rossi, Oscar Erhardt, Álvaro Machado, Urbano Meirelles, Álvaro Pires, Salvador Arruda, Joaquim Affonso, Delelmo Bondensam, Waldomiro Cândido Moreira, Pedro Siqueira, Carlos Melato, José Pereira da Silva, Francisco Arruda, Celestino das Neves, Alberto Andréa, Antonio Freire Bracher, Manuel Arruda, Bento Oliveira Santos, João Dias d’Oliveira, Antonio Ortega, Joaquim Dias, Alexandre Melato, Ignácio Mazzola, Benedito Pinheiro, Arlindo Dias, Fortunato Falconi, Raul Nalini, Felippe Seckler Machado, José Augusto Pupo, Euclydes Gonçalves Oliveira, Biagio Nicolini. Foram seus presidentes, até 1939: Felippe Seckler Machado, Eugênio Pupo, Paulo Corrêa da Silva, Abelard Ladeira, Francisco A. Vidile, Guilherme de Felippe, Antonio Franco, Romeu Seckler Machado, Ângelo Lotierzo, Archippo A. Fronzaglia, Antonio Trivelato, José Augusto Pupo, Sílvio Tomazini, Rodolfo Bomeisel, Armando Dainese, Eugênio Pupo, Hildebrando Lacerda, Antonio Melato Filho, Emiliano Carbonari, João Melato, Vicente Merluzzi, Carlos Melato, Oscar Marcondes Nitsch, Francisco A. Oliveira, Paulo de Almeida Marques, Olívio Tubini, Alcindo de Mattos, Osvaldo Hoehne.

Foto tirada em 3/5/1953, no encerramento do Retiro Espitirual Recluso promovido pela C.M.C. e Vicentinos. Depois dos Srs. Primo Gumiero e Juvenal Arantes, aparece o representante do Conselho Particular dos Vicentinos de São Paulo (sentado na cadeira) e, depois deles, os monges beneditinos D. Amaro Bodenmüller e D. Abade Pedro Roeser, Srs. Germano Bracher, João Cardoso, Quintino Savietto, Emiliano Carbonari. Atrás dos monges, os Srs. Pedro Machado, Malavasi, Felipe Secker Machado, Fredrico Maion, Piccolo, Isaurino, Júlio Brasileiro, Egídio Dias (sacristão da Catedral) e Augusto Agostinho. Na terceira fila, Srs. Caplica, Romeu Seckler Machado, Eduardo da Pós, Natal Savietto, Arnaldo Matherne Hoehne, Eugênio Pupo. Mais atrás, Atílio Brescancini, Joaquim Calheiros, Benedito Barbosa, Horácio de Oliveira e Rodrigo Soares de Oliveira. Em pé: Rodolfo Bomeisel, Álvaro Gut, Caetano Barbarini, Manoel Boa, Hermenegildo Martinelli, Sr. Andery, Carlos Marenkof, Luiz Gonzaga de Oliveira (Totó), Carlos Kohler.
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