Ribeirão Preto, 30/5/1963 –Ator, poeta, compositor e ficcionista. Evandro Fernandes da Silva começou a revelar o seu talento nas artes já nos tempos de estudante, participando de peças de teatro, festivais de música e concursos literários. Nesse período, participou da montagem de “Nem tudo é Azul no Reino Azul” e compôs as músicas “Campo Aberto” e “Um Dá Mão Para o Outro”. Em 1980, escreveu diversas composições para a banda Olho Nu, sendo uma delas (“Se o Tempo”) gravada pelo grupo num compacto da Copacabana Discos. Para o teatro, escreveu as peças “Morada de Um Homem Só” e “A Ponte dos Homens Ratos”. Evandro tem diversos trabalhos em prosa e verso publicados na imprensa e, em livro, as ficções “O Penetra”, “Vida e Morte de Olympia”, “O levante dos oprimidos” e “Na esquina de baton”, e os contos infanto-juvenis “A menina que tinha medo da meia-noite”, “A fuga da bailarina”, “Letícia, a lagartixa” e “Marcelinha, a aranhinha”. Desde 2002, Evandro ocupa a cadeira 36 da Academia Jundiaiense de Letras, que tem como patrono Murilo Mendes.

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