Jundiaí, 21/10/1971 – Atriz. Marici Nicioli estudou teatro com Carlos Mariano, Antônio de Alcântara, Jefferson Primo, Grupo Klauss Vianna, Celso Frateschi e outros. Participou dos espetáculos: “Nossos Trechos”, de Millôr Fernandes (1988, Grupo Artlocal; direção de Débora Corradini); “Homem – Uma fortaleza” (1990; Cia. Meda de Teatro, direção de Wanda Mello); “Me segura que eu vou dar um voto” (1990; oficina teatral dirigida por Antonio de Alcântara); “Chove muito lá fora” (1992; Grupo Performático Éos; direção de Carlos Pasqualin); “Contos de farsa e brincar” (1993; grupo de teatro de rua Teatrando; direção de Juliana Galdino); “Palhaço de luto” (1993; concepção própria – espetáculo apresentado no evento Pão & Poesia); “Maria Farrar” (1994; monólogo; direção de Ângela Janaína); “Sebastião e Benedita” (1994; grupo Teatrando; direção de Silviane Ticher); “Isso” (1994; Grupo Performático Éos); “Teu espelho” (1994; Grupo Platão); “Onde está a razão?” (1994; direção de Pedro Paulo Rocha); “A Trupe do amor à vida” (1994; Projeto Aids, com Marcelo Müller); “Amor Sem Limites” (1995; Grupo Performático Éos); “Anunciação em Portu Calles” (1997; Grupo Acme; dir. de Daniela Biancardi). Dirigiu os espetáculos: “Troca de magias” (1991, com alunos da Escola Getúlio Nogueira de Sá); Carta ao homem branco”, do ator Juliano Zanqueta, no II Festival de Monólogos de Jundiaí (1993); “A comédia da vida privada”, de Luís Fernando Veríssimo, com o grupo Imagem Viva (1996); “The Best contra o homem da cabine”, de Renatho Costa, com Leonel Benatti (1998); “Retalhos”, com o grupo Acme (1977); “Teu Espelho”, de Pedro Paulo Rocha, com Jamile e Sabrina Mirabelli (2000) e outros. Também com o grupo Acme, fez direção nas performances de clown “Ok, all right”, “Let´s go” e “Pick-nick”. Desde 2000, Marici trabalha como pesquisadora de clown e como orientadora de teatro para adolescentes.