Jundiaí, 13/8/1949 +8/5/2022 – Músico. Filho de Alcides Antonio Marques e Ivette de

Oliveira. Pertencendo a uma família de músicos, já aos oito anos José Luiz Marques começou a estudar pistão com o professor Luiz Gonzaga Gil, aprendendo teoria, solfejo e prática. Já tocando o instrumento, estudou harmonia com o professor João da Silva Oliveira. Para aperfeiçoar sua técnica, também passou a ter aulas práticas com seu avô, Luiz Marques. Teve aulas, ainda, com o professor Dino Pedini, na Fundação Armando Álvares Penteado, e, na década de 70, estudou bateria (que também já tocava) com vários mestres, entre os quais o baterista Tércio (o Bolo Fofo, ex-integrante da Orquestra de Osmar Milani) e o professor Célio, do Centro Livre de Aprendizagem Musical – escola pertencente ao Zimbo Trio. Nessa época, manteve contato com vários bateristas de prestígio, especialmente com Rubinho, Chumbinho e o próprio professor Célio – com quem chegou a tocar, em diversas oportunidades, em audições realizadas no Teatro São Caetano. No início de sua carreira, José Luiz Marques foi pistonista da Orquestra Infantojuvenil de Jundiaí e, paralelamente, atuou como percussionista no Conjunto Popular Brasileiro, formado por ele, seu irmão Toninho (bateria), seu primo Celso (pistão) e o amigo Norival (contrabaixo), com os quais, por diversas vezes, se apresentou em programas juvenis da antiga TV Tupi. Aos 13 anos passou a integrar a Orquestra City Swing, liderada por seu pai, Alcides Marques. Ao mesmo tempo em que tocava pistão, desenvolveu conhecimentos de contrabaixo, como autodidata, chegando a desempenhar a função de contrabaixista da orquestra nos anos de 1970 e 1971. Afastando-se da City Swing em 1972, José Luiz passou a integrar o conjunto Los Gringos, como percussionista e baterista e, no ano seguinte, ajudou a fundar A Kripta, onde atuou como baterista de 1973 a 1975 e de 1977 até 1978. Tocou, ainda, em vários outros conjuntos, como músico fixo e freelance até 1984, quando retornou à orquestra dirigida pelo pai, onde seguiu tocando até o desaparecimento do grupo, do qual também foi dirigente.

José Luiz Marques, ao trompete, na Orquestra City Swing
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EFEMÉRIDES
Em 5 de março de ...
1917 Nascia em Jundiaí a bailarina e cenógrafa Glória da Silva Rocha.
1923 Nascia em Bom Jesus dos Perdões-SP o clérigo Manoel Vicente da Costa Neves (Frei Clemente).
1947 Falecia em Campinas, aos 84 anos, a educadora Rosa Fladt, que dirigiu o Colégio Florence em Jundiaí..
1950 Nascia em São Paulo a cantora e tecladista Teresa Cristina Vezzani (Tina).
1967 Nascia em Jundiaí a artista plástica, cenógrafa, figurinista e maquiladora Cláudia Casteluber.
1972 Nascia em Jundiaí o músico Francisco Carlos Barbosa (Chicão ou Big Chico).
1979 Falecia em Jundiaí, aos 78 anos, o professor Albino Melo de Oliveira.
2025 Falecia em Campinas, aos 74 anos, o jornalista e ex-professor de Jornalismo da Pucamp Gilberto Gonçalves (ex-Jc e JJ).

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