CONGÍLIO, MARIA APARECIDA

(Planalto-SP, 1929 +Jundiaí, 2004) – Escritora. Nome literário: Mariazinha Congílio. Cursou o Magistério e formou-se em Letras, Orientação Educacional, Administração Escolar, Direito e Pedagogia. Fez curso de extensão cultural na Universidade de Londres. Dedicou-se à poesia e à prosa a partir dos anos 40, quando começou a publicar seus trabalhos na imprensa. Publicou cerca de meia centena de livros, inclusive, editados no exterior. Relação parcial: Crônicas: Conversa de Passarinho (1960); Retalhos de Rua (1963); Bem-te-vi na Janela (1964); Moço de Recados (1966); Gastando Tristeza e Não Pare na Pista (1967), Branco e Preto (1968); Nem a Favor, Nem Contra, Muito Pelo Contrário (1971); Siracusa, a Cidade Azul (1972); Vamos Mudar de Assunto? (1975); Amanhã será Hoje; E por Falar Nisso; Uma em Cima da Outra; Ciranda de Machado; Presença; Por este Mundão Afora; Raízes ao Vento; Viagens. Literatura infantojuvenil: Brincando de Viver. Literatura juvenil: Aprendendo a Viver. Literatura infantil: Selma, a Sonhadora. Poesias: Cores do Pensamento (1973); Geografia do Amor; Raí Tecendo Esperas; Raízes ao Vento; Sinfonia do Tempo; Versos. Romance: Caxangá. Teatro: Dominó; Cravo Amarelo; A Medalha: C’est Moi; Denominador Comum; Teatro: 5 Peças. No exterior, seus trabalhos foram publicados nas antologias Crônicas Brasileiras (Washington-EUA, 1970); Poesia del Brasile d’Oggi, (Palermo-Itália, 1969 e 1980); Antologia da Poesia Brasileira (Universitária Editora, Lisboa-Portugal, 2000). Em 1970 e 1972, foram publicados na Itália, traduzidos por Salvador D’Anna: Anche Questo é Brasile (crônicas) e Denominatore Comune (teatro). Em inglês, This is Also Brasil (Editora Kansã). Também teve crônicas e poesias publicadas no Repertório Latino Americano (Buenos Aires, tradução de Francisco Bello); poesias na Revista Cultural do Japão (tradução de Mitsuko Kawai) e os livros Ciranda de Machado, Crônicas Brasileiras, Crônicas, Laços Desfeitos e Raízes do Imaginário em Portugal (Universitária Editora, Lisboa, 2000); Antologia dos Poetas Paulistas (Universitária Editora de Lisboa, 2001). Em Jundiaí, participou com poesias nas coletâneas Nossas Poesias (1970); Poetas da Cidade (1970); Antologia de Poetas Jundiaienses; Momentos de Inspiração; Jundiaí Poética (1989); nas Coletâneas da Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiaí; nas edições de Letras Acadêmicas, da Academia Jundiaiense de Letras, e na revista do Clube de Poesia. Vários de seus contos saíram nos livros Os Pensionistas I (1986), II (1992), III (1994), IV (1995) e V (1998) e na revista Voz Lusíada. Publicou, também, diversos ensaios sobre a obra de Machado de Assis. A partir de 1996, coordenou o seminário Tertúlias Sobre Machado, divulgando a obra do escritor brasileiro em encontros realizados na Embaixada Brasileira em Lisboa e nas Universidades de Lisboa e de Coimbra, em Portugal. Cidadã honorária e agraciada com a Ordem do Mérito pela Câmara Municipal de Jundiaí, Mariazinha fez parte das academias de letras de Santos e de Anápolis (GO); Academia Feminina de Letras e Artes de Jundiaí; Academia Jundiaiense de Letras; Academia Juvenil de Letras e Artes de Jundiaí; Academia Jundiaiense de Letras e Ciências Jurídicas; Academia Piracicabana de Letras; Academia Paulistana de História; Academia Cristã de Letras; Academia de Letras de Brasília; Ordem Nacional dos Bandeirantes; Academia do Mediterrâneo (Roma-Itália); Clube da Poesia; Movimento Poético Nacional; Pen Clube do Brasil e Clube dos Estados. Várias vezes presidiu ou participou da Comissão Municipal de Literatura de Jundiaí e por duas vezes integrou a diretoria da União Brasileira de Escritores Latino-Americanos, com sede em Ottawa-Canadá. Pertenceu, também, à Associação Paulista de Imprensa; ao Sindicato dos Escritores; ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo e à Comunitá Europea dei Giornalisti, sendo desta representante no Brasil. Recebeu as comendas: Imperatriz Leopoldina (do Instituto Histórico e Geográfico); João Ramalho (do Instituto Genealógico Brasileiro); José Bonifácio; Gal. Alfredo Stroessner; Matilde Macedo Soares; Secretaria de Turismo de Siracusa (Sicília, Itália); Medalha Aretusa (Itália); Medalha Academia de Letras e Medalha Ruy Barbosa; Personalidade do Ano (Jornal da Cidade, de Jundiaí) e Comenda da Academia Internacional de Letras e Artes. Além de fundadora e primeira mulher a presidir a Ordem dos Escritores do Brasil, Mariazinha criou em São Paulo, em 1973, a Tertúlia Pensão Jundiaí, que reúne mensalmente entre 80 e 120 personalidades do meio cultural paulista.

 

Anos 1970: Mariazinha com Sílvio Santos e Agnaldo Rayol
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EFEMÉRIDES
Em 14 de junho de ...
1898 Falecia em Jundiaí, aos 56 anos, Antonio Damásio Santos, o primeiro jundiaiense nato a administrar a cidade com o título de intendente.
1912 Nascia em Jundiaí o pintor Arthêmio Matiazzo.
1924 Nascia em Milão, Itália, o fotógrafo Lívio Tagliacarne.
1928 Nascia no Rio de Janeiro a poetisa Hilda Santos da Silva.
1936 Nascia em Jundiaí o professor e engenheiro naval Dayr Schiozer.
1965 Nascia em Jundiaí a pintora Isabel Cristina Baptistella Araújo.
1986 Falecia em Jundiaí, aos 94 anos, a professora e poetisa Maria de Toledo Pontes.
2003 Falecia em Jundiaí, aos 73 anos, o artista plástico Issis Martins Roda.

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