O “Jundiaí Hoje” foi um jornal diário em formato tabloide que sucedeu o semanário “Jornal de 2ª Feira”, também tabloide. Começou a circular em 1981 e durou até 1983. Sua redação era composta praticamente pelos mesmos profissionais do “Jornal de 2ª”. Apenas o jornalista Carlos Motta, que então trabalhava no “Jornal de Domingo”, de Campinas, foi contratado, para ser o redator-chefe. Poucos meses depois de seu lançamento, o “Jundiaí Hoje” passou a ser uma sociedade anônima, com as ações divididas entre seus funcionários. Os acionistas majoritários eram os jornalistas Sandro Vaia e Sergio Rondino, seguidos por Ademir Fernandes e Carlos Motta. O jornal apostava numa linha editorial com forte cobertura política, abrangendo todas as sessões da Câmara Municipal, Publicava diariamente um editorial, procurava debater os principais problemas do município e, em nível nacional, fazia oposição ao governo federal, presidido pelo general João Batista Figueiredo. Por sua redação passaram, entre outros, os jornalistas Decio Viotto, os irmãos Dagoberto e Denilson Azzoni, José Maurício dos Santos, Sandra Boldrini, Leda Cassins, José Arnaldo de Oliveira, Jamilson Tonolli, Adilson Fredo, Rosely Akstein, Ari Vicentini, Gutemberg de Souza, Paulo Batista, Kazuo Inoue, Celso Fonseca, e o desenhista e publicitário Décio Denardi. O “Jundiaí Hoje” parou de circular em 1983, quando a Astra S/A se desfez da pequena gráfica onde o jornal era impresso (sem custos) por uma deferência do industrial Francisco Assis Oliva, que fora um dos fundadores e o principal financiador do “Jornal de 2ª”, que foi posto em circulação no dia 5 de julho de 1975, sob a responsabilidade editorial do jornalista Celso de Paula.
